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Em busca do tempo perdido na internet
O desenvolvimento tecnológico da sociedade e as novas ferramentas criaram um efeito nefasto no tempo e na produtividade diária. Em teoria, todas as tecnologias disponibilizariam novas formas de encarar o tempo e um bônus produtivo muito forte. Mas a teoria é diferente da prática. Nosso castelo de cartas 2.0 criou uma espécie de dependência constante de não encarar o ócio.
Nunca fui feliz e afeito ao ócio. Minha mente trabalha 24 horas por dia. Não tenho separação entre o meu trabalho, que é a produção de conteúdo, e a minha vida cotidiana. Desde os 14 anos de idade minha vida é assim. Mas será que nossas crianças terão oportunidade de viver um pouco de ócio?
Redes Sociais, Tabletes, Computador, Videogame e uma infinidade de ferramentas para combater o ócio. Mas até que ponto o ócio é ruim? Precisamos pensar mais. Não sou um profeta que busca o fim do novo e da modernidade, longe disso. O ser humano precisa entender e compreender as novas possibilidades, para não perder tempo.
Estamos perdendo tempo. Perdemos tempo em jogos inúteis no Nintendo Will. Perdemos um tempo monumental descobrindo a vida dos outros no Facebook. Gastamos uma infinidade de horas para acompanhar futilidades no Twitter.
Chega um momento em que você conclui que perdeu tempo. Compreenderá que todo o mundo de ferramentas que deveria facilitar sua vida gerou uma prisão invisível. Nesse momento, engula o orgulho e foque em alguma cosia: futuro, relacionamento, faculdade, sua família e vá buscar o tempo perdido.








Tiago
16 de maio de 2012 at 4:51
Concorda amg?
Igor J. Viana
27 de maio de 2012 at 1:12
Concordo, cara. É preciso ter foco. Mesmo que seja nos hypes ou em temas populares, mas é preciso ter algum norte. Fico perdidos, procurando conteúdo, e acabo perdendo tempo. Acredito que as tecnologias e a informação se desenvolvem mais rápido do que a capacidade humana de processar. É informação demais, cara!
Anselmo
18 de maio de 2012 at 20:19
Igor J. Viana
27 de maio de 2012 at 1:10
Christofer
19 de maio de 2012 at 10:23
Igor J. Viana
27 de maio de 2012 at 1:03